segunda-feira, 3 de julho de 2017

Domingo de rua. :)

Recordo agora um domingo em que eu tive que ir a Universidade.
Aquele dia de ruas desertas, tempo nublado, ora era um deslumbramento com alguma planta florida no caminho ora era um medo com alguma moto que passava. Na verdade a atmosfera das ruas no domingo é um tanto assustadora, passa um mendigo descalço, é medo, vem vindo um carro mais atarantado, é medo, alguém de ar suspeito, é medo.
De repente eu vou me aproximando de uma das entradas da Universidade e não sei o que me acometeu, se foi o vento que sobrou mais brando, se o tempo se tornava mais ameno, se foram os raios solares que estavam com pretensão exibicionista. Não sei. Mas suspeito que de grande contribuição tenha sido a cena em que me deparei: Um homem com dois cachorros, um de porte médio com coleira e outro de pequeno porte sem coleira, daqueles cachorros pequenininhos, agitados. O homem foi atravessar a rua, segurou com uma das mãos o cachorrinho rente ao corpo e com a outra mão segurava a coleira do outro cachorro, olhava com atenção para o trafego dos carros, acredito que nem me notou, mas já aí eu fui apaziguando as emoções do medo das ruas, se fizeram tão seguras kkkkk

sábado, 17 de junho de 2017

Fragmento de carta de amor para meu eu:

Docinho de coco, brigadeirinho, chuchu.
Pudim de pão, bolo de limão, cheiro de mamão e nessa caminhada tu me dá inspiração.
Pudim de mel, cheiro de pastel, pensando nessa cucuruca que vive tão ao léu...
Amor-teimosa-coração, é tão engraçada, faz eu lembrar o ursinho pimpão kkk
Abelhinha, joaninha, cigarrinha cantadora, vive sempre sonhadora.
Amorzinho-paixão-prontidão, é como iluminar a escuridão.
Formiguinha, vagalume, mariposa, muito aventureira, sempre exploradora.
Floresta, mar aberto, nada comparado ao teu teto.
Correnteza, rio calminho, eu te quero no caminho.

sábado, 3 de junho de 2017

Um abraço terno.

Um texto me fez refletir, antes de ler o texto eu vi o título do texto e esse título me chamou atenção, era mais ou menos assim:
Pessoas boas sofrem muitas decepções mas se mantêm felizes.
Penso eu: Se se é bom, decepções são inevitáveis pois normalmente se espera as mesmas atitudes bondosas das outras pessoas. E as vezes as outras pessoas não correspondem. Então talvez seja mesmo de coerência um bondoso se decepcionar...E muito.
Agora se manter feliz?
Se manter feliz é no mínimo o presente que qualquer pessoa pode dar para si mesma.
E também...Como diz meu pai: Tristeza não paga divida. ;) kkk
Necessário mesmo é enfrentar a vida, de peito aberto, pra o que der e vier, com ternura.


Beijo grande <3
Com amor, Anne. 

Meu recado :)

A vida é mesmo preciosa.
A gente tem mesmo que aproveitar os momentos com as pessoas que amamos e que nos amam.
Eu hoje me sinto com uma felicidade genuína. Acredito que me fiz entender pra muita gente, demonstrei meu afeto. Vivi minha verdade e falei um: "Eu gosto de você", "Você é especial para mim". É algo que nunca quero deixar de fazer para os que nutro sentimento verdadeiro. É como me despedir intensamente e aos pouquinhos porque chegará o dia que não estaremos mais aqui.
E disso...sabe lá o que será.
:)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dividindo o chão, gratidão, pão.

Agora me vem a memória as aulas com o prof. Adalberto. Com um jeitão sério olhou para nós e disse mais ou menos assim: -Ecólogos né? Tem que saber inglês, espanhol.
Lembro que me vi atenta...Guardei essas palavras dele. Hoje eu na minha ousadia, mesmo sendo aprendiz, me espelho nessas palavras quando falo com os ingressantes.
O prof. Adalberto fazia umas aulas campo dentro da UFRN, ele falava das nuvens, com nomes para elas. Era fantástico. Olhava para uma mangabeira e dizia que o solo era rico em alumínio. Anos atrás eu achei anotações com as sabedorias das aulas daquele ser humano.
Um precioso que falava do céu, do chão.

Parei. :)

Parei,
parei por debaixo das cobertas pus as mãos no coração e passei a buscar sentir um sentimento verdadeiro. O desejo de felicidade para todos, meditando na calma que acalma...querendo a paz.

domingo, 7 de maio de 2017

Dia de alegria. :)

A rua e seu transitar de carros e pessoas.
No meio da rua há pessoas.
Vem vindo um carro a estacionar, a jovem senhora com a flanelinha: - Deixa, eu posso olhar.
Nesse vai e vem de carros sem parar...
Uma moça dos olhos de brilho brilhando a patinar.
Parecia flutuar, delicada olhava para a jovem senhora, passava nos seus patins ligeiramente e sorria. Era um despertar. Encontro de vistas, sorrisos de acalentar.
A jovem senhora interrompe o correr nos patins da moça dos olhos brilhantes e diz: Nossa, muitas pessoas passam por mim mas muitas demonstram fingir que não me notam, nunca sorriem. Eu posso te abraçar? E daí iniciam um prosear, o esposo da jovem senhora aparece pra agregar. 
E a moça de brilho no olhar solta uma esmeralda da alma: -Há coisas simples que podem fazer diferença na vida, esse dia de lembrança pra contar e amar".