sábado, 4 de maio de 2019

E se, poesia :)

E se for pra ser
Na hora certa
Quando parecer que não iria
Que minha boca encontre a sua
 No fim da poesia.

domingo, 28 de abril de 2019

domingo, 7 de abril de 2019

Experiência Fantástica :)

Então, um dia de uma experiência fantástica,
Gente, a história que eu quase nunca conto é que sou fascinada por abelhas, gosto de vê-las, já tive umas desventuras com ferrão quando eu era criança, mas mesmo assim.
Legal é que conheci as abelhas Jandaíra, elas não tem ferrão, elas tem mandíbulas que se sobressaem pela força, mas sendo assim pude ter um contato mais próximo com elas, sem o ferrão sem perigos, também não foi em um ambiente de comércio de mel que as vi, foi em um experimento, ora ora que prega peças do destino não é mesmo? kk Um espaço de estudo que tinha experimentos com abelhas,
O mais bacana foi ter experimentado o mel mais doce e clarinho da minha vida, saindo diretamente da colméia, um privilégio, a dádiva dos momentos bons, recordarei para sempre, agradeço.

 (Fotos e Vídeo: Carlos Salústio)


 



segunda-feira, 25 de março de 2019

Livro :)

“A obra magna de Newton, princípios matemáticos de filosofia natural, teve imenso impacto não só por seu conteúdo, como também pela espantosa inovação de sua proposta: entender o mundo natural por meio de leis matemáticas, rigorosamente quantificadas e postas a serviço de um audaz raciocínio inquiridor. No entanto por mais inovador que Newton tenha sido, mesmo ele teve que reconhecer a imensa divida com os que vieram antes dele. Uma vez, questionado sobre como tinha sido capaz de ver tão longe, Newton respondeu: “Foi porque eu subi nos ombros de gigantes”.
Corre uma versão que diz que, ao falar a celebre frase, Newton estava, na verdade, referindo-se desdenhosamente ao seu ferrenho rival, Gottfried Leibniz, que disputava com ele a primazia de ter inventado o cálculo diferencial. Dizem que Leibniz tinha só um metro e meio de altura, e o que Newton na verdade estaria dizendo era: “posso ter dependido de qualquer um, menos desse tampinha”. Prefiro não acreditar numa interpretação assim tão mesquinha. A meu ver, Newton estava apenas deixando claro que não teria ido a lugar nenhum começando do zero, tentando reinventar a roda. Em muitos dos conhecimentos que ele usou para formular suas leis do movimento e da gravidade ecoavam os trabalhos de astrônomos como Copérnico, Galileu e Kepler….”
[Prefácio- Subindo nos Ombros de Gigantes: Os Heróis da Fascinante Aventura Intelectual de Uma Ciência Chamada Ecologia- Livro: Ecólogos e suas histórias. Um olhar sobre a construção de ideias ecológicas. Org.: Ana Cristina Petry, Fernando Mayer Pelicice, Luzia Marta Bellini]


domingo, 10 de fevereiro de 2019

A vida, vivendo, tudo bem

É, eu sou a mais boboca kk
mas me fez bem perceber alguns momentos que vivi:
Lembrar que li três vezes a mesma história do Zé lelé e o Mar com meu sobrinho e rimos muito todas as vezes kkk Lembrar do dia que eu perguntei o que ele queria comer e ele: "- O que você quiser". Depois me abraçou. Nisso eu fiz a pior tapioca da minha vida kk toda esfarelada e ele comeu sem reclamar kkkkkk

Hoje também lembrei dos Ecoguerreiros, eu esperando a morte da bezerra e as oportunidades caírem do céu, recebi uma lição de vida em forma de protocolo kk aventura e coragem. Agradeço por isso.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Privilégio meu

Foto: Anderson Salvador.

Era esse o Coleoptera, ano de 2017, eu e meu amigo Carlos no Laboratório de Entomologia da UFRN, para montar os insetos, aparece o professor Ricardo Andreazze, ele se posiciona na primeira bancada onde eu estava com o Carlos, eu me mantinha brigando com os alfinetes, vi que o professor estava pertinho, falei: - Professor, me ajuda aqui, por favor. Ele olhou o inseto, disse: - Nunca tinha visto esse. Eu naquele momento acho que nem atentei bem para o que eu tinha ouvido, fiz um ensaio de piada: -Professor! monta aqui o inseto que eu dou ele pra você, olha aí espécie nova kk Ele permaneceu sério,  não deu bola, disse apenas que estava errado o jeito que eu estava montando o inseto, depois saiu do laboratório, quando voltou foi buscar na coleção do laboratório amostras de Coleopteras, a preocupação dele, claramente visível, era fazer-nos entender como diferenciar Adephaga de Polyphaga, explicou, reexplicou, pediu para que fizéssemos nós mesmo a identificação e assim correu a aula, posso dizer com franqueza que essa aula foi um privilégio meu, do Carlos e de poucos que estavam naquele dia no laboratório, a dedicação do Ricardo era notória, nós errávamos ele tornava a explicar e pareceu feliz quando o Anderson acertou na identificação, depois o Anderson ainda falou sobre o inseto que eu tentava montar, que tinha pessoas do Chile interessadas naquele inseto e também mostrou fotos dele. Quanto a isso não sei o que se deu, para mim restou essa lembrança daquele dia: Fracasso montando o Coleoptera (ficou tortão), persistência para diferenciar as sub-ordens, dedicação e paciência do professor, e eu, pela oportunidade que tive, agradeço :)